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sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Confectors comemora 06 anos com o lançamento do EP Vol.1

Tito / Manu / BT / Maurício / Zacca / Renato / Guilherme


Hoje no Dexter Pub à partir das 23:00h vai rolar as bandas Confectors e A.I.P.. O Dexter fica na Avenida Santos Dumont, 2301.



Vou aproveitar e colocar uns videos dos Confectors desde 2010. Esperamos você pra festa Punk.

2010




2011






                                                                                            2012





                                                             2013





                                                             2014





                                                            2015




Os videos foram gravados respectivamente no Favela Chic (Uberaba), Vitrola (Araguari), Black Jack (Uberaba), Vitrola (Araguari), Dexter Pub (Uberaba), Dexter Pub (Uberaba)

E pra fechar, já que foram 2 apresentações em 2015, uma em janeiro do video de cima e outra em Dezembro que você pode conferir assistindo o Underdose 25:





quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Confectors e A.I.P. no Dexter Pub dia 30/12/2016


Mais um ano indo embora e mais que provado que criamos um jeito divertido de terminar o ano entre amigos. 
A banda Confectors comemora 6 anos de existência e nesse ano foi gravado o EP Vol.1 que vai conter 4 músicas de 4 bandas do cenário uberabense da década de 90 e estaremos fazendo o lançamento virtual do mesmo no dia 30.


A banda Confectors é formada por: Manu "Joker" (Uganga), Renato BT (John No Arms), Guilherme Diamantino (DCV), Maurício "Pedalmaniacs", Renato, Zacca e Tito (Seu Juvenal).

Na apresentação, além das músicas do EP estaremos homenageando as bandas uberabenses, Elemento Neutro, Flanders, Seu Juvenal, Uganga, John No Arms, Kaostrofobia.

Vamos homenagear também as bandas: GBH, Ramones, Sex Pistols, The Exploited, Agnostic Front, Mad Ball, Bad Religion, Dead Kennedys, Misfits, Sham 69, The Clash, The Stooges, Replicantes, Lobotomia, Garotos Podres

Diamantino, Tito, Kbeça, BT, Manu, Zacca, Renato





Logo após a apresentação dos Confectors, teremos a volta depois de anos, de uma das bandas mais contestadoras que já se formaram em Uberaba. 
Atos de Indignidade Pública, mais conhecida como A.I.P. que retorna com o vocalista original, Peron, o baixista Kim da segunda formação e dois novos integrantes Caio (bateria) e Edu (guitarra).
Quem quiser conhecer a história da banda A.I.P. pode acessar esse link aqui do blog mesmo:
https://rockuberaba.blogspot.com.br/2016/01/aip-atos-de-indignidade-publica.html

A música "Deus é Neguinha" da banda D.O.T. gravada pelos Confectors  foi selecionada pela coletânea Cena Cerrado antes mesmo de ser lançada.




Fotos da gravação do EP:



É isso aí, esperamos os amigos das antigas e todas as pessoas que curtem um Punk Rock e HC. Confectors e A.I.P. no Dexter Pub dia 30/12/2016. 
O Dexter fica na Avenida Santos Dumont, 2301
https://www.facebook.com/DexterPub/?hc_ref=PAGES_TIMELINE

Deixo vocês com o teaser da festa, confiram:


quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Bala Na Agulha com o guitarrista Maurício "Pedalmaniacs"

Maurício (Confectors - Pedalmaniacs)  -   Foto: 77 Fotos Filmes

Tamo aí na área com o 14º Bala Na Agulha, que hoje em dia é uma das colunas mais acessadas do blog. Ao som do disco Hisingen Blues da banda Graveyard é que começo essa postagem. Essa banda é uma das que mais tenho escutado nos últimos tempos,  esse disco é de 2011, rock 70 feito nos anos 2000, sonzêra...
O meu convidado dessa edição é meu amigo e irmão de banda Maurício (Confectors/Pedalmaniacs) e daqui há algumas horas estaremos ensaiando juntos pra apresentação Confectoriana de 2016 no Dexter.


O Maurício já tocou na banda Black September quando morava em São Paulo. Em Uberaba já tocou nas bandas: Antenados, e na mineira Uganga.
Atualmente o Maurício toca na banda Confectors, da qual eu também faço parte juntamente com os irmãos Zacharias (Seu Juvenal), Manu (Uganga), Diamantino (DCV) e BT (John No Arms).
Até pouco tempo atrás ele estava escrevendo para o site "Tenho Mais Discos Que Amigos" e também movimenta o site "Pedalmaniacs" que à partir de Janeiro terá revista lançada: 

Manu / Tito / Maurício (Dexter - 2015)


Chega de papo, vai lá Maurício Kbeça manda Bala Na Agulha aí cumpadi:



1 - Crippled Black Phoenix - Bronze

Conheci essa banda por acaso criando material para o Pedalmaniacs. Eu ultimamente tenho gostado muito de bandas que flertam com o progressivo das antigas e eles trazem outros elementos na bagagem que fizeram de “Bronze” um grande disco que foi lançado em Novembro, tá bem fresco e vai dar o que falar. Quem gosta de Opeth, Baroness e Mogwaii provavelmente vai dar atenção a esse trabalho. O baixista do Mogwaii tá na parada e eu sugiro começar por Turn To Stone e Winning A Losing Battle.




2 - Adriano Rivas - Espelhos da Alma

Um disco instrumental do Adriano Rivas (Araxá) que apenas com seu violão fazem as músicas do disco “Espelhos da Alma” soarem como mantras não cantados. É impressionante como te acalma ouvir essas músicas, e o que essa produção tem de mais especial é que foi gravada no Grande Hotel Barreiro em Araxá, hoje Tauá Hotel,  lá existe uma cúpula onde o chão é ornamentado por uma grande mandala de oito pontos de mármore, e no seu centro possui um fio de cobre que adentra a terra e emana energia. Quando você se posiciona no centro dessa mandala e junta os pés, você consegue ouvir sua voz de uma forma bem diferente. O Adriano Rivas gravou suas músicas no centro.  





3 - Ghost - Meliora (2015) + EP Popestar (2016)

  Não tem como negar, os caras são que nem vinho e whisky, 
quanto mais envelhecem melhores e são pra mim sem sombra de dúvida os criadores dos riffs mais legais do metal hoje em dia.
Ao meu ver eles mostraram para o mundo que para ser pesado 
não precisa forçar gutural e atolar distorção na guitarra.(nada 
contra isso, tô ouvindo Lamb of God enquanto escrevo rs).
Esse disco e o EP (pra mim é uma coisa só) já é o meu 
preferido deles porque eles abusam mais de pedais de efeitos. Tem Whammy em várias músicas e eu gosto





4 - Peeping Tom - Peeping Tom

Vou voltar lá em 2007 para resgatar o homônimo Peeping Tom, discão que o Mike Patton fez enquanto não se avistava um retorno do Faith No More. Disco de várias parcerias e músicos criativos. Tem o Rahzel e a voz potente de Imani Coppola. Para quem ainda não conhece, podemos dizer que o Peeping tom é um Faith no More descompromissado regado de hip hop e pop. 




5 - Metá Metá - MM3

Tá faltando os nacionais, tem vários poutz ... Tem Black Alien, o Tropix da Céu, e aquela galera forte que gravou o “Sabotage”, letras de muitos anos atrás que parecem ser atuais, foda!
Mas eu vou de Méta Méta, esse trio traz uma sonoridade ímpar nos dias de hoje. É pesado e contestador, é leve e claro, é sujo e é calmaria que só. Conheci o som esse ano e vale a pena ouvir a discografia do trio.



Valeu Maurício, por ter compartilhado os discos que anda ouvindo com os leitores do blog, deixe sua mensagem final:

"Obrigado pelo convite Tito, poder estar ao lado de tantas figuras da música de Uberaba nesse espaço é uma honra"

Agora vamos fechar com os links de dois videos sugeridos pelo Maurício das bandas citadas:

quinta-feira, 9 de junho de 2016

Novo Clipe da banda John No Arms: "Estou Cada Vez Mais Velho e Bebendo Mais"

John No Arms


A banda John No Arms formada em Uberaba e hoje com residência fixada em Brasília-DF recentemente lançou o clipe: "Estou Cada Vez Mais Velho e Bebendo Mais".
Eu particularmente curti pra caramba o clipe. A música na minha opinião, além de ser divertida é muito boa e além de tudo é cantada em português. Inclusive falei pro BT (Vocalista), antes de sair o video, que a música foi a minha preferida do álbum Bar.


O BT e a banda John No Arms mandam um salve pro pessoal que acompanha o blog e no final da postagem confira o mesmo.

"A banda John No Arms de Brasília, que pratica um Heavy Rock Punk Metal, lançou seu novo vídeo clipe da música ''Cada Vez Mais Velho e Bebendo Mais''. O 4º video clipe oficial do álbum Bar que foi lançado ano passado e que teve ótima repercussão fora do país, sobretudo nos EUA e França com algumas ótimas resenhas, comemora a boa fase de shows e de divulgação do álbum Bar com o clipe da música em português do álbum, que foi filmada, dirigida e editada por Fábio Marreco, experiente produtor da cena candanga que produzia o renomado festival Marrecos Fest, também é guitarrista e compositor das bandas Evil Rock e Totem.


A banda, que abrirá o show da banda Velhas Virgens em Brasília no próximo dia 11 de junho, também está preparando um novo single a ser lançado em breve com duas músicas em português, também está em estúdio trabalhando para gravar o novo álbum na primeira quinzena de agosto. O novo álbum, que deve ser lançado ainda neste ano, contará com 11 faixas e também terá um novo vídeo clipe produzido por Fábio Marreco."


Confira o clipe de: "Cada Vez Mais Velho e Bebendo Mais"


domingo, 24 de janeiro de 2016

A.I.P. (Atos de Indignidade Pública)

A.I.P. (Atos de Indignidade Pública)


Ao som da banda High On Fire do disco Luminiferous, pra mim um dos melhores de 2015, é que começo essa postagem.
Em primeiro lugar já vou agradecendo a todos que acompanham o blog (são muitas visualizações diárias), e a todos os que colaboram para que a cena autoral de Uberaba e do Triângulo cresça.
O ano de 2016 promete, as bandas que trabalham as composições próprias vem aumentando na região, as que já existem estão evoluindo e estão mostrando trabalhos sólidos.

Eu tendo tempo estou por aqui dividindo um pouco da história do rock autoral uberabense com vocês. E pra começar bem o ano no blog, consegui finalmente uma postagem especial pra comemorar os 6 anos que escrevo umas palavras a vocês, rockeiros uberabenses.

Venho tentando fazer um post sobre a banda A.I.P. há tempos.
Na minha opinião uma das melhores bandas autorais que Uberaba presenciou na década de 90.
Sempre estive muito próximo da banda enquanto ela existiu e algo que sempre me intrigou foi que não registraram o material em estúdio. Na época, eu tinha uma câmera de video VHS e filmei alguma coisa da banda, inclusive deixarei alguns videos aqui nesse post.
Meu amigo Peron, um dos fundadores da banda, conseguiu me contar a trajetória da banda com suas palavras. E pra ficar registrado aqui no "Rock Uberaba", colocarei seu depoimento.

Vale lembrar, antes de começar o texto, que  Peron trabalhou na saudosa loja "Rarus Discos":

Peron na Rarus Discos



Peron (vocalista A.I.P.)

Vai lá, Peron, conte-nos sobre os Atos de Indignidade Pública:

"1997, verão. Estava eu na casa do Kiko após sair do trampo. Na época, eu trabalhava no Bar do Yassú na rua Tristão de Castro,  na minha opinião um dos bares mais completos por sua própria natureza dentre outras coisas mais...

Peron no Bar do Yassú




O Kiko morava ali perto, e naquela tarde conversávamos sobre a possibilidade de montarmos uma banda Punk, assim como outras que existiam e já tinham existido na cidade. Eu já tinha feito parte das bandas Kaostrofobia e Larica Existencial.

Kiko (baterista A.I.P.)

Nós queríamos algo um pouco diferente, e a partir daquele momento criou-se o A.I.P. (Atos de Indignidade Pública). O Kiko havia morado por uns anos no Nordeste e lá ele tinha uma banda que se chamava "Clamor Público", queria continuar com o mesmo nome, mas aí resolvemos deixar A.I.P. mesmo.

Um pouco antes, a banda Seu Juvenal já estava na ativa, e além de serem ótimos músicos ainda eram nossos amigos. Nessa época a banda era formada por Edinho, Renato, Hilder e Juliano (R.I.P.) e ensaiavam na casa do Hilder, lá no bairro Santa Maria.

 Peron  / Fredinho (baixista A.I.P.)


O Kiko resolveu comprar uns pedaços de bateria de uma moça evangélica e ficamos  muito empolgados com a estória da banda. Conhecemos nessa época o Fredinho (atual guitarrista vocalista da banda Acidogroove) que tinha um contrabaixo e um amplificador legal, chamamos pra tocar com a gente e ele topou.
Ele conhecia um cara que tinha uma guitarra, gostava de sons Punk e tocava muito bem, o nome era Guilhermão, mais conhecido na época como "Glutão", que também aceitou o convite, e estava montada a banda A.I.P. .

Guilhermão "Glutão" (guitarrista A.I.P.)


Fiquei encarregado de escrever as letras, o Kiko já tinha duas bases prontas. Surgiu a música "Cigarro Muito Louco" (letra do Eduardo Ramos) e "Confiança Negativa", letra minha.
Fazíamos um cover dos Replicantes e o Fred tinha um som que não era punk rock e chamamos de reggae "Finlândes", pois não havia letra ainda, só que eu viajava em outra língua, não dizendo coisa com coisa.

Glutão e Peron

Em um domingo, reunidos na casa do Kiko, pensamos: "Vamos na casa do Hilder (Seu Juvenal), ver se eles deixam a gente fazer um som lá depois do ensaio."

Saímos a pé de perto da Sírio e fomos pro Santa Maria, sem problemas andar a pé naquela época.
Chegando lá pedimos pro Hildão e ele deixou, passamos o som pela primeira vez com aparelhagem, foram 4 músicas e tocamos umas 15 vezes cada, até a namorada do Hilder na época grilar e pedir educamente pra nos retirarmos (risos).

Hilder (ex-vocalista da banda Seu Juvenal)

Foi uma tarde inesquecível, cheia de ideias, planos e ambições pra continuar. 
Na semana seguinte o Kiko já deu um jeito de comprar uma batera melhor e eu um microfone.

No primeiro ensaio, que foi em um domingo na casa do Kiko (bateria), assustamos os vizinhos e a polícia apareceu por lá, tinha skatistas na porta e na calçada, a banda ensaiando.... (risos)

da esq pra dir: Chinês, Kiko, Bob, William, Magoo, Jaiminho, Waldonis, Tetem (R.I.P.), Peron 
Skatistas em 1995 (Uberaba-MG)

Com mais músicas novas pra ensaiar, passados alguns meses tínhamos 10 músicas e o reggae "Finlândes" que já tinha letra: "Tático Móvel"

Video de Tático Móvel em Divinópolis no ano de 1998:



A gente foi chamado pra tocar na chácara do Porco e o Seu Juvenal também iria tocar. Foi nossa primeira apresentação e nos divertimos muito nessa noite. Vale lembrar que na tela do projetor estava acontecendo uma luta entre Mike Tyson e Evander Holyfield, na qual o Mike dá uma mordida monstra na orelha do adversário arrancando um pedaço.


Peron e Vânia (guitarrista A.I.P.)

Após algum tempo conhecemos a guitarrista Vânia, ela gostava de Heavy Metal e tocava bem guitarra. Kiko mostrou pra ela uns sons punk, logo ela estava fazendo bases e acabou entrando também no A.I.P. .
Foi uma fase pesada, porém difícil da banda. Pra tocar legal com duas guitarras é preciso estudo e é muito complicado, outra dificuldade foi a crise financeira de alguns de nós, mas acabou dando certo.

Peron e Fred
Kiko

Houve então shows em Divinópolis e Araguari em que viajamos juntos com os Juvenais. As duas bandas eram muito ligadas nessa época, eu, o Kiko e o Edinho Zacca (Seu Juvenal) morávamos na mesma casa que chamávamos de "Trincheira 467" na rua Araguari. A banda A.I.P. e Seu Juvenal ensaiavam na trincheira. Isso foi em 1998 e a banda Seu Juvenal já contava com Léo Brasil e Alexandre Tito,  estava ganhando muita força e o som estava ficando pesado, assim como é hoje em dia. 

Trincheira 467 - Zacca, Peron, Kiko e Malufão

Seu Juvenal no final de 1997 na "Trincheira 467" - Zacca / Renato Zaca / Tito / Hilder

O show em Divinópolis foi irado mesmo, além das bandas locais, rolou do A.I.P. e o Seu Juvenal abrir o show do Garotos Podres, que dividiu o palco com todos, foi chocante.

Viagem Divinópolis
da esq pra dir: Dani, Kiko, Léo Brasil, Fredinho, Tito, Renato, Peron e Glutão (1998)



Malufão / Hilder / Glutão / Renato Zaca (Divinópolis 1998)

Outro show legal nessa época foi em Araguari, em que outra vez estávamos com o Seu Juvenal e também com a banda Ganga Zumba (atual Uganga), capitaneada pelo Manu Joker (batera Angel Butcher e ex-batera do Sarcófago). Nesse dia nos divertimos muito.

Manu Joker



A banda A.I.P. tocando a música "Ato de Indignidade Pública" em Araguari (1998)




Fred, Hilder, Tito , Peron (Araguari - 1998)


No dia em que estávamos tocando na chácara do Bandeira (1999), houve discussão, Guilhermão acabou saindo da banda e ficamos com apenas uma guitarra.

Waldonis, Léo Brasil e Fred (A.I.P.)

Depois de vários ensaios como quarteto, foi a vez do Fredinho sair, pois estava querendo montar um outro projeto mais leve sonoricamente dizendo, o que resultou na banda Acidogroove.


Procuramos um molequinho ali das redondezas que gostava do nosso som e tinha uma pegada bem legal no contrabaixo. O nome dele é Hércules, e todos o conheciam como Kim.

O Kim começou a tocar com a gente e já com 1 ano nessa formação, sabíamos bem o que queríamos e fizemos shows bem hardcore, HC sim...

Kiko / Kim / Vânia / Peron

Com essa nova formação chegamos a 22 músicas, todas de nossa autoria, sendo que as mais conhecidas pelo público uberabense foram: Cigarro Muito Louco, Confiança Negativa (Partes 1 e 2), A Luta Continua, Sonhos Amarelos, A.I.P., Dia do Salvador e Tático Móvel (essa o pessoal sabia a letra e cantava junto com a gente ao vivo).

                                        Video da música "Dia do Salvador" no bar Jarbinhas em 1999


No ano seguinte ( inicio de 2000), eu já estava com planos de me mudar de Uberaba e fui morar em Londres e por lá fiquei 10 anos.




O Kiko quis continuar com o A.I.P., mas não obteve muito sucesso, a Vânia foi tocar guitarra com a banda Sapólio Rádio e o Kim foi pra banda John No Arms.




Vânia e Peron

Após 10 anos voltei de Londres e comecei de novo com a banda chamando a Vânia, Kim e Caio (Olorum) que já estava fazendo um ótimo trabalho como baterista em bandas de Uberaba.

Caio (Olorum)


Ensaiamos uns meses, mas depois de quase 13 anos parecia não ser a mesma coisa, ou não ter a mesma vibe, uma vez que alguns já eram pais e mães e não tinham o mesmo tempo livre pra compor, ensaiar, ir nos shows, etc....





O A.I.P. foi uma banda notável, assim como outras da cidade foram e algumas até hoje são. 
Os integrantes da banda A.I.P. sempre foram pessoas esforçadas e honestas, mostrando ali suas opiniões pessoais ou não, e fizeram com que independentemente do gosto musical, crença ou qualquer coisa fizessem um som diferente dos demais... Hoje somos todos amigos e espero um dia encontrar todos eles pra uma foto histórica com cerveja gelada, papos e recordações legais e muita, muita música boa de se ouvir.

Peron

Agradeço imensamente a meus amigos e amigas dessa época que pogaram e agitaram várias vezes ao nosso som, a todas bandas que tocamos juntos, ao Tito por ceder espaço nesse blog fantástico, anárquico, alternativo e muito apreciado.
E pros amigos que se foram, um salve a vida que tiveram com todos nós. Dedico esse texto em memória de Ernesto Cabelo, Tetem e Juliano.

Ernesto Cabelo (ex-vocalista Seu Juvenal)                                   Juliano (ex-baixista Seu Juvenal)  

Tetem (Skatista)



Peron, eu é que agradeço por ter dividido um pouco dessas histórias pessoalmente, e agora temos algo registrado por aqui.
Um salve para todos os integrantes que fizeram parte da banda A.I.P., todos meus amigos até hoje.
O restante dessa postagem será uma sequência de videos e fotos pra finalizar e ficar aqui registrada, uma das melhores bandas autorais que Uberaba pôde presenciar.

Tem algumas bandas que ainda não consegui fazer uma postagem histórica e gostaria muito de fazê-las um dia, são elas:
Troll, Segundo Combinado, Alkimia, Outubro, PBK, Abracadaver, Nekrotério, Cuspindo Maribondo, Acidogroove, John No Arms, enfim, tem uma porrada de banda que quero registrar aqui. Dessas bandas citadas se alguém animar uma hora, só me procurar.... 


Seguem os videos e fotos no final: