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terça-feira, 10 de maio de 2016

Underdose 27 - (Exodus, Uganga, Terrordome, Pato Fu e +)
























Se você não viu o episódio 27 do Underdose, aqui está a chance.
Nesse episódio começa com o Prato do Dia, onde rola a viagem da banda Uganga pra Curitiba onde abriram o show dos americanos da banda Exodus. A banda passou também em Sorocaba e tocou junto com os poloneses do Terrordome no Asteroid Pub.
A seção "Vinil do Coração" rola a banda Pato Fu.
Você ainda confere: o jornal Brasa , Incêndio, Monejo Records (Chile), coletânea Cena Cerrado, Canábicos, e os lançamentos da Sapólio Rádio.




"O Underdose é fruto da parceria entre o selo Sapólio Radio 

(Guilherme Diamantino) e a banda Uganga (Manu “Joker” ) 

com colaboração da Travesseiro Discos , Incêndio Shop e 

Jornal Brasa. A proposta do programa é divulgar a cena

 musical autoral do Triângulo Mineiro além de falar de 

artistas e parceiros que conhecemos na estrada. Música, 

diversão e informação em pouco mais de 15 minutos, tudo 

regado a cerveja gelada! Agora também na TV via Canal Da

 Gente (Araguari e Uberlândia) ".


Confiram o episódio 27 do Underdose:


terça-feira, 12 de abril de 2016

Bala Na Agulha com o guitarrista Guilherme "Javalee" Ciabotti


Ao som do disco Anvil is Anvil (2016) da clássica banda, é que começo esse 10º Bala Na Agulha. O Anvil é uma banda que na minha opinião nunca decepciona e isso está provado nesse novo disco.



Nessa edição convidei meu amigo Java pra comentar as cinco pérolas musicais que ele está ouvindo no momento. O Guilherme no meu ponto de vista é um dos guitarristas que mais se destacam aqui na terra do Zebu e isso foi provado dia desses no show da banda DCV na Concha Acústica, onde mostrou todo o seu talento.
Quando chamei o Java pra participar ele aceitou e quando enviou o material já mandou essa:

"Titão, primeiramente quero agradecer pela oportunidade de participar do seu blog, é uma grande honra, acompanho o blog e sou muito fã de Seu Juvenal que foi e sempre será uma puta influência na minha trajetória rockeira. Eu nem sabia o que era guitarra quando ouvia vocês...." 

Pô, quando você ouve uma coisa dessas faz valer os anos de estrada. Valeu Java, daqui uns dias a banda Seu Juvenal estará dividindo o palco com Os Lasanha's, tamo junto camarada. 

Javalee

O Java já tocou nas bandas: Massacre (Metal Garagem 90')

                                                       Acidogroove (tocou guitarra com eles por 6 anos, gravou um single e o álbum "Talvez Eu Tope Um Plural", onde tem 3 composições no mesmo)

Atualmente o Java é guitarrista da clássica banda uberabense de Punk Rock , DCV, e também da banda Os Lasanha's, que está dando seus primeiros passos na cena local, segundo Javalee:

* Os Lasanha's: Banda recém formada, eu canto e toco guitarra nesse projeto, nunca apresentamos ainda, rock nacional com aquela pegada antiga, letras retardadas e curtas, influência clássico rock, punk, blues, country, surf, bebop jazz com fuzz.  Segue nosso segundo ensaio ao vivo (quatro músicas próprias e uma versão de Mutantes), segue link do canal:

Integrantes - Os Lasanha's:

Marcelo Borges Tilapinha - Guitarra (Jazzista Formado em musica, professor de guitarra em SP, toca no quarteto de guitarra Tesla, onde tocam musicas Clássica em guitarras)

Fabiano Repolhão - Baixo (Tocou no massacre e acidogroove e tem um Rickenbacker original 90's)

Marcelão Lima Tiago - Bateria (Toca na banda Big Moffo, o filho que toda mãe queria ter se tocasse piano e tivesse feito medicina)

Chega de papo, manda Bala Na Agulha aí Javalee:

1º - Os Replicantes - "Histórias de Sexo e Violência" (1987)
Eu sou extremamente fã de Ramones e pra mim Replicantes é tão bom quanto... só que fica melhor porque é nacional, bate um orgulho fudido... uma das maiores influências que tive quando entrei no DCV... Por isso gosto muito de DCV antes mesmo de entrar na banda... 





2 º - Joelho de Porco - "Joelho de Porco" (1978)
Joelho de Porco é outro orgulho nacional, rock humor de excelente qualidade, esse disco conta com uma sonoridade mais clássica do rock... o vocalista canta muito, o guitarrista destrói e a banda inteira é da pesada... Grande influência de Os Lasanha's (Banda que toco hoje em dia)





3º - The Beach Boys - "Smile"
Beach Boys é uma das minha bandas prediletas, escuto tudo deles, sou daqueles que enche o peito pra falar: Muuuuiiito melhor que Beatles. Esse disco é genial. Estou naquela fase de gostar de música difícil de digerir, então venho comendo esse álbum novamente, pescando todos os detalhes que passou batido... Sensacional... 




4º - Frank Zappa - "Apostrophe (')" (1974)
Frank Zappa é apelação, o cara não sabe brincar. Sou um guitarrista autodidata, toco tudo errado e torto, é até engraçado eu gostar... Zappa tem uma pegada única na guitarra, o cara é formado em composição, ele escrevia as partituras de todos os instrumentos, reunia só os melhores músicos pra tocar... Tenho o Joes Garage em vinil que é raridade, outra obra de arte... Apesar de gostar muito da fase The Mothers Of Invention sessentista dele, venho escutando muito esse álbum Apostrophe que é musicalmente genial, a banda esbanja melodias e rítmicas diferentes e complexas dentro de uma canção simples e PQP. O álbum já começa com "dont eat yellow snow" que é uma aula de música, conta com participação de Jack Bruce no baixo e Jim Gordon na Bateria... Sensacional, dever de casa de todo Rockeiro...  




5º - The Kinks - "Schoolboys in Disgrace" (1975)
Gosto muito da fase 70's da banda, eles só lançaram material extraordinário nessa época... Muswell Hillbillies - Preservation - Everybody's in Show-Biz - Soap Ópera (um dos meus preferidos). São álbuns que não existe música mais ou menos, só material de alto nível, eles voltaram com uma pegada Big Band, contam com metais, vocalistas mulheres e lindos arranjos... tudo isso mergulhando no melhor do clássico rock and roll Inglês... Quem conhece essa fase não escuta o "yéyéyé" sessentista deles, senão come muita poeira...



Aê Javalee, só discão hein camarada, gosto e ouço tudo isso aí, principalmente Frank Zappa.
Valeu demais por dividir o seu som com os leitores do blog.

Deixaremos vocês com o clipe original da música "Surfista Calhorda" da banda Replicantes:

domingo, 24 de janeiro de 2016

A.I.P. (Atos de Indignidade Pública)

A.I.P. (Atos de Indignidade Pública)


Ao som da banda High On Fire do disco Luminiferous, pra mim um dos melhores de 2015, é que começo essa postagem.
Em primeiro lugar já vou agradecendo a todos que acompanham o blog (são muitas visualizações diárias), e a todos os que colaboram para que a cena autoral de Uberaba e do Triângulo cresça.
O ano de 2016 promete, as bandas que trabalham as composições próprias vem aumentando na região, as que já existem estão evoluindo e estão mostrando trabalhos sólidos.

Eu tendo tempo estou por aqui dividindo um pouco da história do rock autoral uberabense com vocês. E pra começar bem o ano no blog, consegui finalmente uma postagem especial pra comemorar os 6 anos que escrevo umas palavras a vocês, rockeiros uberabenses.

Venho tentando fazer um post sobre a banda A.I.P. há tempos.
Na minha opinião uma das melhores bandas autorais que Uberaba presenciou na década de 90.
Sempre estive muito próximo da banda enquanto ela existiu e algo que sempre me intrigou foi que não registraram o material em estúdio. Na época, eu tinha uma câmera de video VHS e filmei alguma coisa da banda, inclusive deixarei alguns videos aqui nesse post.
Meu amigo Peron, um dos fundadores da banda, conseguiu me contar a trajetória da banda com suas palavras. E pra ficar registrado aqui no "Rock Uberaba", colocarei seu depoimento.

Vale lembrar, antes de começar o texto, que  Peron trabalhou na saudosa loja "Rarus Discos":

Peron na Rarus Discos



Peron (vocalista A.I.P.)

Vai lá, Peron, conte-nos sobre os Atos de Indignidade Pública:

"1997, verão. Estava eu na casa do Kiko após sair do trampo. Na época, eu trabalhava no Bar do Yassú na rua Tristão de Castro,  na minha opinião um dos bares mais completos por sua própria natureza dentre outras coisas mais...

Peron no Bar do Yassú




O Kiko morava ali perto, e naquela tarde conversávamos sobre a possibilidade de montarmos uma banda Punk, assim como outras que existiam e já tinham existido na cidade. Eu já tinha feito parte das bandas Kaostrofobia e Larica Existencial.

Kiko (baterista A.I.P.)

Nós queríamos algo um pouco diferente, e a partir daquele momento criou-se o A.I.P. (Atos de Indignidade Pública). O Kiko havia morado por uns anos no Nordeste e lá ele tinha uma banda que se chamava "Clamor Público", queria continuar com o mesmo nome, mas aí resolvemos deixar A.I.P. mesmo.

Um pouco antes, a banda Seu Juvenal já estava na ativa, e além de serem ótimos músicos ainda eram nossos amigos. Nessa época a banda era formada por Edinho, Renato, Hilder e Juliano (R.I.P.) e ensaiavam na casa do Hilder, lá no bairro Santa Maria.

 Peron  / Fredinho (baixista A.I.P.)


O Kiko resolveu comprar uns pedaços de bateria de uma moça evangélica e ficamos  muito empolgados com a estória da banda. Conhecemos nessa época o Fredinho (atual guitarrista vocalista da banda Acidogroove) que tinha um contrabaixo e um amplificador legal, chamamos pra tocar com a gente e ele topou.
Ele conhecia um cara que tinha uma guitarra, gostava de sons Punk e tocava muito bem, o nome era Guilhermão, mais conhecido na época como "Glutão", que também aceitou o convite, e estava montada a banda A.I.P. .

Guilhermão "Glutão" (guitarrista A.I.P.)


Fiquei encarregado de escrever as letras, o Kiko já tinha duas bases prontas. Surgiu a música "Cigarro Muito Louco" (letra do Eduardo Ramos) e "Confiança Negativa", letra minha.
Fazíamos um cover dos Replicantes e o Fred tinha um som que não era punk rock e chamamos de reggae "Finlândes", pois não havia letra ainda, só que eu viajava em outra língua, não dizendo coisa com coisa.

Glutão e Peron

Em um domingo, reunidos na casa do Kiko, pensamos: "Vamos na casa do Hilder (Seu Juvenal), ver se eles deixam a gente fazer um som lá depois do ensaio."

Saímos a pé de perto da Sírio e fomos pro Santa Maria, sem problemas andar a pé naquela época.
Chegando lá pedimos pro Hildão e ele deixou, passamos o som pela primeira vez com aparelhagem, foram 4 músicas e tocamos umas 15 vezes cada, até a namorada do Hilder na época grilar e pedir educamente pra nos retirarmos (risos).

Hilder (ex-vocalista da banda Seu Juvenal)

Foi uma tarde inesquecível, cheia de ideias, planos e ambições pra continuar. 
Na semana seguinte o Kiko já deu um jeito de comprar uma batera melhor e eu um microfone.

No primeiro ensaio, que foi em um domingo na casa do Kiko (bateria), assustamos os vizinhos e a polícia apareceu por lá, tinha skatistas na porta e na calçada, a banda ensaiando.... (risos)

da esq pra dir: Chinês, Kiko, Bob, William, Magoo, Jaiminho, Waldonis, Tetem (R.I.P.), Peron 
Skatistas em 1995 (Uberaba-MG)

Com mais músicas novas pra ensaiar, passados alguns meses tínhamos 10 músicas e o reggae "Finlândes" que já tinha letra: "Tático Móvel"

Video de Tático Móvel em Divinópolis no ano de 1998:



A gente foi chamado pra tocar na chácara do Porco e o Seu Juvenal também iria tocar. Foi nossa primeira apresentação e nos divertimos muito nessa noite. Vale lembrar que na tela do projetor estava acontecendo uma luta entre Mike Tyson e Evander Holyfield, na qual o Mike dá uma mordida monstra na orelha do adversário arrancando um pedaço.


Peron e Vânia (guitarrista A.I.P.)

Após algum tempo conhecemos a guitarrista Vânia, ela gostava de Heavy Metal e tocava bem guitarra. Kiko mostrou pra ela uns sons punk, logo ela estava fazendo bases e acabou entrando também no A.I.P. .
Foi uma fase pesada, porém difícil da banda. Pra tocar legal com duas guitarras é preciso estudo e é muito complicado, outra dificuldade foi a crise financeira de alguns de nós, mas acabou dando certo.

Peron e Fred
Kiko

Houve então shows em Divinópolis e Araguari em que viajamos juntos com os Juvenais. As duas bandas eram muito ligadas nessa época, eu, o Kiko e o Edinho Zacca (Seu Juvenal) morávamos na mesma casa que chamávamos de "Trincheira 467" na rua Araguari. A banda A.I.P. e Seu Juvenal ensaiavam na trincheira. Isso foi em 1998 e a banda Seu Juvenal já contava com Léo Brasil e Alexandre Tito,  estava ganhando muita força e o som estava ficando pesado, assim como é hoje em dia. 

Trincheira 467 - Zacca, Peron, Kiko e Malufão

Seu Juvenal no final de 1997 na "Trincheira 467" - Zacca / Renato Zaca / Tito / Hilder

O show em Divinópolis foi irado mesmo, além das bandas locais, rolou do A.I.P. e o Seu Juvenal abrir o show do Garotos Podres, que dividiu o palco com todos, foi chocante.

Viagem Divinópolis
da esq pra dir: Dani, Kiko, Léo Brasil, Fredinho, Tito, Renato, Peron e Glutão (1998)



Malufão / Hilder / Glutão / Renato Zaca (Divinópolis 1998)

Outro show legal nessa época foi em Araguari, em que outra vez estávamos com o Seu Juvenal e também com a banda Ganga Zumba (atual Uganga), capitaneada pelo Manu Joker (batera Angel Butcher e ex-batera do Sarcófago). Nesse dia nos divertimos muito.

Manu Joker



A banda A.I.P. tocando a música "Ato de Indignidade Pública" em Araguari (1998)




Fred, Hilder, Tito , Peron (Araguari - 1998)


No dia em que estávamos tocando na chácara do Bandeira (1999), houve discussão, Guilhermão acabou saindo da banda e ficamos com apenas uma guitarra.

Waldonis, Léo Brasil e Fred (A.I.P.)

Depois de vários ensaios como quarteto, foi a vez do Fredinho sair, pois estava querendo montar um outro projeto mais leve sonoricamente dizendo, o que resultou na banda Acidogroove.


Procuramos um molequinho ali das redondezas que gostava do nosso som e tinha uma pegada bem legal no contrabaixo. O nome dele é Hércules, e todos o conheciam como Kim.

O Kim começou a tocar com a gente e já com 1 ano nessa formação, sabíamos bem o que queríamos e fizemos shows bem hardcore, HC sim...

Kiko / Kim / Vânia / Peron

Com essa nova formação chegamos a 22 músicas, todas de nossa autoria, sendo que as mais conhecidas pelo público uberabense foram: Cigarro Muito Louco, Confiança Negativa (Partes 1 e 2), A Luta Continua, Sonhos Amarelos, A.I.P., Dia do Salvador e Tático Móvel (essa o pessoal sabia a letra e cantava junto com a gente ao vivo).

                                        Video da música "Dia do Salvador" no bar Jarbinhas em 1999


No ano seguinte ( inicio de 2000), eu já estava com planos de me mudar de Uberaba e fui morar em Londres e por lá fiquei 10 anos.




O Kiko quis continuar com o A.I.P., mas não obteve muito sucesso, a Vânia foi tocar guitarra com a banda Sapólio Rádio e o Kim foi pra banda John No Arms.




Vânia e Peron

Após 10 anos voltei de Londres e comecei de novo com a banda chamando a Vânia, Kim e Caio (Olorum) que já estava fazendo um ótimo trabalho como baterista em bandas de Uberaba.

Caio (Olorum)


Ensaiamos uns meses, mas depois de quase 13 anos parecia não ser a mesma coisa, ou não ter a mesma vibe, uma vez que alguns já eram pais e mães e não tinham o mesmo tempo livre pra compor, ensaiar, ir nos shows, etc....





O A.I.P. foi uma banda notável, assim como outras da cidade foram e algumas até hoje são. 
Os integrantes da banda A.I.P. sempre foram pessoas esforçadas e honestas, mostrando ali suas opiniões pessoais ou não, e fizeram com que independentemente do gosto musical, crença ou qualquer coisa fizessem um som diferente dos demais... Hoje somos todos amigos e espero um dia encontrar todos eles pra uma foto histórica com cerveja gelada, papos e recordações legais e muita, muita música boa de se ouvir.

Peron

Agradeço imensamente a meus amigos e amigas dessa época que pogaram e agitaram várias vezes ao nosso som, a todas bandas que tocamos juntos, ao Tito por ceder espaço nesse blog fantástico, anárquico, alternativo e muito apreciado.
E pros amigos que se foram, um salve a vida que tiveram com todos nós. Dedico esse texto em memória de Ernesto Cabelo, Tetem e Juliano.

Ernesto Cabelo (ex-vocalista Seu Juvenal)                                   Juliano (ex-baixista Seu Juvenal)  

Tetem (Skatista)



Peron, eu é que agradeço por ter dividido um pouco dessas histórias pessoalmente, e agora temos algo registrado por aqui.
Um salve para todos os integrantes que fizeram parte da banda A.I.P., todos meus amigos até hoje.
O restante dessa postagem será uma sequência de videos e fotos pra finalizar e ficar aqui registrada, uma das melhores bandas autorais que Uberaba pôde presenciar.

Tem algumas bandas que ainda não consegui fazer uma postagem histórica e gostaria muito de fazê-las um dia, são elas:
Troll, Segundo Combinado, Alkimia, Outubro, PBK, Abracadaver, Nekrotério, Cuspindo Maribondo, Acidogroove, John No Arms, enfim, tem uma porrada de banda que quero registrar aqui. Dessas bandas citadas se alguém animar uma hora, só me procurar.... 


Seguem os videos e fotos no final:










quinta-feira, 26 de junho de 2014

Esquenta Festival Garage Rock no Black Jack
















































Nessa sexta-feira 27/06/2014 à partir das 22:00 o Black Jack vai esquentar com 4 bandas autorais uberabenses: Acidogroove, Ahreos, Bastardos do Wando e Outubro que irão tocar no Festival Garage Rock que será realizado no cine Vera Cruz nesse final de semana.
Quem tiver o ingresso do festival não paga pra entrar na festa.
O Black Jack fica na Rua São Sebastião, 15.
Maiores informações: 9649-7179.













Fecho a postagem com um  video da banda Acidogroove tocando a música "Monstro Verde". Na próxima postagem mais informações sobre o festival "Garage Rock" 




segunda-feira, 6 de maio de 2013

SOS


































É com muito orgulho que apresento a vocês a 1ª coletânea profissional através de uma produtora uberabense com artistas uberabenses participando de várias maneiras. Tem uma semana que estou degustando a coletânea SOS (Saca o Som) da produtora uberabense Sapólio Rádio. 

Em primeiro lugar quero agradecer aos meus amigos Guilherme Diamantino e Fred ´Pinheiro por acreditarem nos artistas locais e também por terem me chamado pra fazer o texto introdutório da coletânea.
O que posso dizer da coletânea é que ficou de uma qualidade muito boa pros nossos padrões interioranos, temos no cd  rock de várias vertentes e músicos de quase todas as gerações rockeiras da cidade.

Uberaba é uma cidade com muitas bandas autorais no rock e com certeza temos potencial pra muito mais coletâneas com bandas que ficaram de fora dessa.

Essa postagem fará a apresentação gráfica da coletânea e no dia 18/05 haverá uma confraternização na sede da produtora Sapólio Rádio em Uberaba comemorando a vitória dos músicos, que da década de 80 até os dias de hoje vem se esforçando bravamente em fazer o seu rock'n'roll em uma cultura tipicamente rural onde a mídia dita as regras...

Eu, como todos sabem sou um fã do rock feito na cidade e desde que me mudei pra cá que venho assistindo a evolução de todos os envolvidos, lembro da primeira coletânea "Colcha de Retalhos" feita pelo Denis(ex-Outubro) e depois veio a do Rock'n'Street com o Léo Punk dando uma força pras bandas bem na base da coletividade. Apresento pra vocês a coletânea SOS e que logo possam estar com ela em mãos e no toca cd's.

Valeu a todas as pessoas que se engajaram de uma maneira ou outra pra realização desta coletânea.