sexta-feira, 22 de maio de 2015

Project Black Pantera no Rock Festival 2015 (Uberlândia)




Neste sábado 23/05/2015 vai rolar em Uberlândia no UTC à partir das 20:00h o "Rock Festival 2015" e Uberaba está sendo representada pela banda autoral Project Black Pantera que é uma das gratas revelações no cenário independente da cidade.
A banda formada por Chaene, Charles e Rodrigo já mandou o recado: cola na grade, "abre a roda e senta o pé".


Project Black Pantera


Rolará no festival as bandas Boitata, Chafun Di Formio (lançando o EP "Pague dez e vá pro céu"), Dead Fish (lançamento do disco "Vitória"), Hagbard, Project 46, Strumis e Tortisse e ainda a participação do vocalista Manu "Joker" da banda mineira Uganga.
A Rocket está fazendo excursão pro festival, mais informações:





Recado do Project Black Pantera pra galera do Rock festival !!!!!Cola na grade negada porque agente vai #botarprafuder !!!
Posted by Rodrigo Augusto on Quarta, 20 de maio de 2015

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Seu Juvenal e o Rock Errado (Resenha e Entrevista)






























Êta blog abandonado, em 5 anos foi a primeira vez que abandonei o blog por uns meses, e nada mais justo que retornar com algo das coisas que fiquei envolvido, no caso, a banda Seu Juvenal.
O disco "Rock Errado" lançado em 2015 pela Sapólio Rádio está sendo divulgado pra uma parte da mídia especializada através da Som do Darma http://www.somdodarma.com.br/port/artistas.html, e quando isso acontece é claro que a gente fica esperando pelas resenhas. Nesse momento é isso que tá rolando com a banda, várias resenhas do disco e ao meu ver todas elas positivas. Sou suspeito por ser baixista da banda, mas realmente conseguimos gravar um disco bom em vários aspectos, não desmerecendo os dois trabalhos anteriores, "Guitarra de Pau Seco" e "Caixa Preta", e, ainda existe o fato de ter sido lançado em vinil, o que era um sonho pra gente e na minha opinião um formato imbatível em qualidade de som.



Após ler as resenhas sobre o disco, separei uma feita por João Messias Jr. do "New Horizons Zine" que me chamou muito a atenção porque captou a essência da banda na resenha, no início ele já mandou: "Rock Errado, terceiro álbum do grupo mineiro aposta na mistura de climas lisérgicos, peso e estruturas não convencionais"


Desde já agradeço ao João Messias por ter dedicado um tempo pro

 disco e já tomando a liberdade de divulgar a resenha. Na sequência

 deixo vocês com a entrevista que o guitarrista Zacca respondeu 

para o site "Arte Metal", falando muita coisa sobre a banda e o 

disco.



RESENHA EXTRAÍDA DO NEW HORIZONS ZINE POR JOÃO MESSIAS JR.


"Contando os tempos que eu resenhava discos apenas para massagear o ego, já se vão mais de duas décadas. Desde então, tive a oportunidade de escrever sobre diversos estilos, do pop ao metal extremo. O tempo passou e inúmeros trabalhos foram descritos, mas nenhum tão desafiador como "Rock Errado" terceiro trabalho do grupo mineiro Seu Juvenal, cujas expectativas instigam antes das músicas.
                        
Lançado exclusivamente em vinil, a capa assinada por Dinho Bento mostra uma criança com um cigarro na mão e com a outra apontando o dedo do meio, além de ter a foto do grupo de ponta cabeça, o que desperta ainda maior curiosidade, cuja viagem musical se inicia com Homem Analógico.

Fugindo dos padrões convencionais esteticamente bonitinhos, a canção na verdade é um discurso, cuja letra nos faz refletir sobre muitas situações e escolhas que fazemos na vida, sejam elas boas ou não. A seguinte, Free Analógica é um rockão oitentista que nos faz vir a cabeça nomes como Barão Vermelho e Plebe Rude. Outra faixa de destaque do Lado A é Asfalto, que é comandada pela densidade e melancolia. Conduzida pelo baixo, chama a atenção pela letra. Pois pensem comigo, quem consegue pensar ou visualizar sobre as coisas que estão na terra preta da nossa selva de pedra? Louva-A-Deus com sua linha voltada ao noise de grupos como Melvins e Rollins Band encerra com muito peso a primeira metade do vinil.

Virando o disco, os destaques a faixa que nomeia o trabalho, um rock and roll despojado, que nos remete a adolescência, com os nossos ímpetos de mudar o mundo. O lado do discurso aparece novamente em Moleque Dissonante, que abre caminho para os belíssimos arranjos de A Chuva Não Cai. Só que o melhor fica para o fim, Burca, em seus seis minutos é dividida em duas partes. A primeira mais introspectiva, agradará aos fãs do rock feito nos anos 80, que se torna um punk rock com uma condução competente de bateria.

Depois de diversas audições, só resta dizer que o quarteto formado por Bruno Bastos (voz), Edson Zacca (guitarra e violão), Alexandre Tito (baixo) e Renato Zaca (bateria) está de parabéns pela ousadia de lançar um trabalho sem pretensões comerciais e realmente concebido com a alma. E que o Seu Juvenal é aquela banda que agradará todos os caras que assim como eu, está chegando aos 40 e que ainda mantém os mesmos sonhos de quando tinha 14, época que escolhi o rock and roll como estilo de vida.




Divulgação da produtora "Sapólio Radio" dos discos "Opressor" da banda Uganga e "Rock Errado da banda Seu Juvenal"


ENTREVISTA COM O GUITARRISTA EDSON ZACCA (SEU JUVENAL) CEDIDA PARA O JORNALISTA VITOR HUGO FRANCESCHINI (BIRO), DO BLOG ARTE METAL:


Zacca gravando as guitarras de Rock Errado em Passagem de Mariana.  Ainda na foto: Ronaldo Gino e Euler Alves


Os mineiros do Seu Juvenal é aquele tipo de banda que quebra paradigmas. Mas, que fique bem claro que Bruno Bastos (vocal), Edson Zacca (guitarra), Alexandre Tito (baixo) e Renato Zaca (bateria) fazem isso por gosto, aliás com muito gosto! Tanto que seu terceiro disco (inicialmente lançado em vinil) traz o nome de “Rock Errado”. Conversamos com o guitarrista Zacca que além da produção e divulgação do novo trabalho, nos falou sobre algumas curiosidades que fazem parte não só do som da banda mas de tudo que a envolve.

Primeiramente, como surgiu o Seu Juvenal e da onde veio esse nome (risos)?
Zacca: Queríamos um nome bem mineiro mesmo, bem roqueiro até. Sempre achamos muito engraçado os nomes que normalmente se dão para bandas de R. O tal do "...eitor" ou "...eition" sempre nos soou meio ridículo. Eu mesmo no começo dos anos 90 tocava numa banda chamada Detonation of Traveition e era exatamente uma ‘tiração’ de onda com os nomes de bandas de Metal. Juvenal carrega tudo isto. É um nome simples, mas que para uma banda de Rock causa estranheza. Gostamos disto.

“Rock Errado” é o terceiro disco da banda. Houve alguma mudança na forma de compor em relação aos álbuns anteriores? Enfim, qual foi o processo de composição do novo trabalho?
Zacca: Do segundo (“Caixa Preta”) para este a forma de compor só aprimorou. Mantivemos uma linha. Mas do primeiro pra este a mudança foi radical. No primeiro éramos seis pessoas tocando e umas oito compondo. Era bem caótico o processo. Neste último conseguimos nos concentrar mais no que interessa. Fazer Rock brasileiro de qualidade!

E quais as diferenças vocês vêem no resultado final de “Rock Errado” em relação aos trabalhos anteriores?
Zacca: Nos anteriores, pela inexperiência em estúdio, não conseguimos o resultado que imaginávamos. Neste a satisfação foi garantida. Temos muito orgulho e prazer ao escutar o disco. Nos concentramos muito na criação de arranjos, na execução de cada faixa, na produção, gravação, mixagem e masterização. Cada etapa foi pensada artística e tecnicamente.

E por que decidiram lançá-lo em vinil?
Zacca: Quando íamos entrar pro estúdio, o Guilherme Diamantino, da Sapólio Discos, nos convidou para lançarmos em vinil. A partir daí buscamos informações sobre exatamente o que é gravar um vinil e descobrimos que precisávamos nos cercar de alguns cuidados. Naturalmente a ideia do vinil foi nos influenciando. Acho que muito por isto ele saiu com um som bem ‘vintage’. Ele agora está sendo lançado também em CD pela Sapólio. Tomamos o cuidado de fazer uma master diferente pra cada mídia.

É difícil definir a música do Seu Juvenal. Ao mesmo tempo em que a música parece de difícil digestão em um primeiro momento, ela traz novas descobertas nas próximas audições, pelo menos no novo disco. O que podem falar a respeito?
Zacca: Eu costumo dizer que embora a gente não tenha uma influência musical do Faith No More, tão evidente temos uma semelhança muito marcante neste sentido. Todos os discos deles, principalmente a partir do segundo com o Mike Patton (“Angel Dust”), você só consegue realmente assimilar a partir da terceira ou quarta audição. Não é uma banda daquelas que você escuta e de cara fica doido com o som. Sempre tem aquela estranheza e depois vem vindo a onda até você ficar completamente doido. Não que a gente consiga fazer com as pessoas o que eles conseguem. Afinal, os caras são uma super banda. Mas sempre me pareceu que quem gosta mesmo do Seu Juvenal são as pessoas que curtem bandas que a desafiem a entendê-las. Não entregamos tudo na bandeja pra nossos fãs.

Outro aspecto é a utilização das letras em forma de poesia, a poesia musicada. Expliquem melhor isso.
Zacca: Eu vejo que em nossas letras e na forma de colocá-las nas músicas é onde moram nossas influências da música popular brasileira. É por causa do Itamar Assumpção, do Sergio Sampaio, do Walter Franco, do Arnaldo Baptista, dentre vários outros, que escrevemos nossas letras desta forma.

Nota-se também um ar sarcástico e ao mesmo tempo rebelde nas músicas.
Zacca: Acho que nossa raiz Punk fala alto aí. Curtimos muito punk77. E tenho que admitir que embora nós quatro como pessoas sejamos muito diferentes, dividimos estas características mutuamente, somos sarcásticos e rebeldes desde o berço e acredito que seremos até a sepultura.

Como foi trabalhar com Ronaldo Gino (guitarrista do Virna Lisi) na produção e por que o escolheram?
Zacca: O Gino foi produtor de nosso primeiro disco. Mas na época, em 2004, chegamos em BH, oito malucos do interior, com 12 músicas pra ele gravar em uma semana. Foi ‘doidera’ total. Inesquecível. E ele foi extremamente profissional e deu o seu melhor. Ficou-se então uma vontade de no futuro gravarmos com ele novamente, mas de uma forma mais profissional. Foi isto que conseguimos agora. Ele deu uma liga impressionante nos sons. E o Virna Lisi é uma grande influência nossa. Rock mineiro extremamente barulhento, esquisito e lírico.

Talvez o Rock (errado?) a que o Seu Juvenal se proponha tenha um caminho mais difícil que o próprio Heavy Metal em termos de mercado nacional. Tudo devido à originalidade, essência desconhecida do grande público, enfim... Como tem sido a repercussão do trabalho e como é a agenda da banda em termos de shows?
Zacca: Esperamos ter um segundo semestre melhor com relação a shows. Ainda não conseguimos nos organizar para sair pra estrada este ano. Devido aos compromissos individuais de cada um (todos estamos em torno dos 40) não podemos mais fazer como antigamente que íamos pra onde o povo estava. Agora estamos trabalhando e curtindo a repercussão do trabalho que tem sido a melhor desde que a banda foi formada. O apoio profissional da Sapólio Discos e do Som do Darma na divulgação tem levado nosso disco pra bem mais longe. Acreditamos que assim, degrau por degrau, o segundo semestre nos reserva shows bem interessantes.

Bom, antes de deixar suas considerações finais, uma última pergunta: o que seria o Rock Errado? (risos)
Zacca: O Rock Errado traz dentro dele elementos que andam meio perdidos no Rock nacional. Letras cruas que dialogam com o ouvinte, som rasgado, uma produção que não busca a perfeição, mas a respiração, atitude acima da vontade de vender. Elementos que deveriam ser inerentes a toda banda que se diz roqueira, mas que na prática não o é. É muita cara de mal pra conteúdo nenhum. O Rock nacional se distanciou das ruas. Também acho que nosso Rock Errado traz alguns elementos novos de timbragens e abordagens temáticas. Mas no final das contas pra mim ele é um soco no estômago do que a grande mídia chama de Rock nacional. A antítese disto. Nos anos 80 falaram que o Rock errou... agora ele está assumidamente errado.

Muito obrigado, esse espaço é de vocês.
Zacca: Eu só posso agradecer a vocês do Arte Metal por se interessarem pelo Seu Juvenal e por nos enviarem perguntas tão inteligentes. Acho que o jornalismo roqueiro brasileiro carece muito disto. Inteligência e originalidade. Nossos críticos musicais estão precisando sair do mais do mesmo para que as milhares de excelentes bandas brasileiras de Rock autoral possam ter mais espaço. Precisamos urgentemente de um "Jornalismo Errado" (risos). Abraços a todos! Espero que vocês nos vejam ao vivo, pois é sem dúvida o que mais gostamos de fazer. Valeu

http://blogartemetal.blogspot.com.br/2015/05/entrevista.html



quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Bandas Hefes e Morenos do Alabama no Favela Chic


Nesse sábado 21/02/2015 no Favela Chic duas bandas uberabenses estarão fazendo tributo pras bandas NOFX, Blink 182 e muito som punk.
O guitarrista Boris deixa o seu convite pros rockeiros uberabenses:

"Galera essa noite vai rolar muito som no Favela Chic (Uberaba) !!!
A Banda Hefes vai mandar um NOFX para homenagear a vinda
 dos caras para o Brasil!

HEFES


A Banda Morenos do Alabama vai tocar grandes sucessos em
 versões Punk além de Blink 182, New Found Glory e outros!!!
Bora?"



●E mais: A tradicional:

☆★CAIPIRINHA 500ML★☆

para os 50 primeiros!!!


$15
Proibida a entrada de menores de 18 anos, obrigatória a apresentação de documento com foto.



Deixo vocês com um show da banda NOFX em 2013:

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Cena Autoral no Triângulo Mineiro

No dia 14 de Janeiro desse ano de 2015 foi publicado no site "Cultura Em Peso" uma matéria do vocalista da banda Uganga, Manu "Joker". Na matéria estão bandas autorais do Triângulo Mineiro que lançaram trabalhos em 2014 e que estarão divulgando o material nesse ano. 
Eu como me senti orgulhoso dos trabalhos dos artistas citados, resolvi estender nessa postagem a matéria pra quem curte som autoral.
Nesses dias em que a festa popular mais sem sentido pra nós rockeiros está chegando, e convenhamos, seria melhor o brasileiro pensar em como fazer sua parte pra consertar essa burrice em que se meteu politicamente falando ao invés de comemorar alguma coisa nesse feriado. As bandas citadas nessa matéria fazem sua parte positivamente falando...

Bom, chega de papo, deixo vocês com Manu "Joker" e a cena do Triângulo Mineiro:

Salve crew! Resolvi escrever sobre alguns lançamentos que ao meu ver merecem destaque na cena pesada do Triângulo Mineiro. Com certeza muito mais foi produzido aqui na nossa região, mas optei por falar de alguns trabalhos que tenho acompanhado de perto e me chamaram a atenção. 
Também falo do cd da minha banda (Uganga) pois creio que merecemos estar nessa lista (risos). Vamos lá:




Canábicos – Reféns Da Pátria (Independente) 2014 
Discípulos diretos das bandas clássicas dos anos 70, os Araguarinos dos Canábicos podem ser confundidos com bandas como Planet Hemp, Cypress Hill e outras devido ao nome “Canábico” (risos)… Mas na verdade fazem uma linha musical bem diferente com influências de Grand Funk, Black Sabbath , Led Zeppelin e Beatles .

Gosta de riffs ganchudos, vocalizações espertas e letras de cunho social mas sem perder o bom humor? Então essa banda é a sua cara! Os caras preparam outro EP para breve e seguem na tour de promoção do segundo trampo “Reféns Da Pátria” que a muito não sai do cd player do meu carro.
Confiram o clipe dos Canábicos:




Chafun Di Formio – Pague Dez e Vá Pro Céu (Wolves Cave Records) 2014 

Fruto da nova safra pesada do Triângulo, a banda de Ituiutaba Chafun Di Formio (nome de um personagem do seriado Chaves) estréia com o pé direito no EP “Pague Dez e Vá Pro Céu”. Crossover old school com influências de bandas como R.D.P., Garotos Podres e D.R.I. (só pra citar algumas) é o que temos aqui




Porrada direta comendo solta do início ao fim,, letras críticas, e, (novamente, que bom!) bem humoradas . Confira a fusão metal punk desses 4 loucos. Mais que indicado! 

Contato: https://www.facebook.com/ChafunDiFormio?fref=ts

Confiram o clipe do Chafun Di Formio:



Krow – Relentless Disease (Axa Valaha) 2014

Mais um EP, dessa vez da instituição death/thrash de Uberlândia, Krow, e os caras novamente não perderam viagem. Gravado na Suécia por Ronnie Bjornstrom (Aeon, Meshuggah) “Relentless Disease” traz a banda em sua melhor forma e soando mais orgânica. O death brutal de antes agora está mais temperado com levadas thrash e outras pendendo pro hardcore. 



 Mas fiquem tranquilos, pois os blast beats e riffs na velocidade da luz também estão garantidos nas duas faixas desse petardo ( Relentless Disease eWhoreborn). Com um nome cada vez mais consolidado tanto no Brasil quanto na Europa (por onde já fizeram 3 tours) e trabalho sério, o Krow segue firme honrando a tradição extrema das Gerais.
Confiram o clipe do Krow:



Muñoz – Nebula (Independente) 2014 

 O duo Uberlandense Muñoz, formado pelos irmãos Mauro Fontoura (guitarra e voz) e Samuel Fontoura (bateria) finalmente lança seu trabalho de estréia e comprova o que já vinha mostrando nos shows: Uma banda afiada, com assinatura e músicos acima da média.



 Ouvindo o EP (esse formato está mesmo em alta no Triângulo Mineiro !), me veio a mente Soundgarden da fase Ultramega Ok, mas os caras pegam mais pesado nas pirações instrumentais e lisérgicas , mesmo com uma formação enxuta sem baixo. Vi a pouco um show deles no festival Timbre (Uberlândia) e virei fã!

Contato: https://www.facebook.com/duomunoz/info?tab=page_info

Confiram o clipe do Muñoz:



Seu Juvenal – Rock Errado (Sapólio Rádio) 2015

 Formada em Uberaba e hoje radicada em Ouro Preto (com exceção do baixista Tito que ainda vive na capital do Zebu) a banda Seu Juvenal chega ao seu melhor trabalho, ao menos até hoje. “Rock Errado” é um puta disco de rock pesado onde influências de punk rock, heavy metal, indie, guitar e rock nacional dos anos 80 (Titãs pode ser citado como uma referência), tudo muito bem costurado e produzido por Ronaldo Gino (EX-Virna Lisi) .



 O selo Sapólio Rádio juntamente com a banda optou por lançar esse petardo em vinil e desde já está na milha lista de melhores do ano. Músicas como Burca, O Homem Analógico (?) e Rock Errado (que conta com participação desse que vos escreve) falam por sí. Corra atrás do seu e tire a prova Joe!


Confiram o clipe do Seu Juvenal:


Uganga – Opressor (Sapólio Rádio) 2014 

 Agora estou em terreno pantanoso pois falo do cd do Uganga, banda da qual faço parte desde sua formação a mais de 20 anos atrás, e fazer isso é complicado (risos)… Por outro lado me sentiria falso excluindo esse trabalho do meu texto, pois realmente acho que gravamos um belo disco e com certeza nosso melhor trampo até aqui.


O mestre Gustavo Vazquez (Rocklab – GO) tirou o som na cara que sempre procuramos, acho que tanto coletivamente quanto individualmente a banda se superou e o que posso dizer pra finalizar é que convido a todos para conferirem nosso novo trabalho e assim formarem sua opinião. Eu já tenho a minha! \m/


Confiram o clipe do Uganga:


Bom é isso, o corre não para, Triângulo Mineiro cada vez mais forte e fica ai a dica de 6 trampos produzidos por aqui. Nos vemos na estrada, abrax! Joker


Valeu Manu, tamo juntos na correria e espero que esses lançamentos aumentem a cada ano com diversas bandas...Esses 6 discos realmente mostram a evolução da música autoral do Triângulo. 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Bala na Agulha com o vocalista Manu "Joker" da banda Uganga




































                                                                                                       Manu "Joker" - vocalista Uganga




Ao som do disco R.I.B. (Rest In Beer) de 2014 da banda Alemã Tankard é que começo esse 3º Bala Na Agulha com meu amigo Manu "Joker" (Uganga/Angel Butcher) e um dos apresentadores do programa Underdose.





Na edição de dezembro da revista Roadie Crew na seção Blind Ear o vocalista Manu Joker fez bonito acertando 9 dos 10 discos que a revista colocou pra ele adivinhar, isso prova o tanto que o cara curte música, e olha que tinha muitas pegadinhas...
Agora chega de papo, manda Bala Na Agulha Manu:


1 - Crosby Stills Nash & Young : "Déjà vu" (1970). Álbum fenomenal do começo ao fim. Música pra elevar a alma!







2 - Vulcano : "Wholly Wicked" (2014) . Animal! Os caras estão com um pique de moleques detonando um metal extremo, nervoso e perigoso como deveriam ser todas as bandas do segmento. Sem firulas , esse novo do Vulcano já nasceu clássico! Zhema e Arthur, que dupla! Mr. Louzada nos fez esquecer a ausência do Angel com um trampo fenomenal!







3 - Canábicos : "Reféns Da Pátria"(2014) . Excelente banda de hard rock de Araguari. Um caldeirão de boas influências lisérgicas, pesadas e melódicas com músicos muito acima da média. Bandaça!







4 - The Police : "Greatest Hits" ( 1986) . Police né mano? Não tem como não ouvir, mestres!







5 - Cypress Hill : "Till Death Do Us Part" (2004). Puta album foda com várias referências latinas e com os caras num momento mais dj e menos banda. Cypress detona!




Manu escolheu 5 discos que está ouvindo nos últimos dias e tem um deles que também é um dos meus preferidos, o "Déjà vu", ouço sempre e é um discaço.


Pra fechar a matéria, nessa sexta dia 23/01/2014 vai rolar o Metal Singers Tour no London Pub em Uberlândia e o DJ da noite será o Manu, que vai colocar pro público o melhor do Rock'n'Roll.
Valeu Manu!!!
 A gente deixa vocês com um video da banda Canábicos "Bang Bang No Sinaleiro" (que na minha opinião também é uma das grandes bandas autorais do Triângulo da atualidade...).

sábado, 10 de janeiro de 2015

Festival Rock Holiday com as bandas: Mendigos Society, Project Black Pantera, Strovo Terror, Sweet Storm







































Nesse Domingo 11 de Janeiro de 2015 à partir das 18:00h no Hangar "981" vai rolar o Festival "Rock Holiday" com as bandas uberabenses: Mendigos Society, Project Black Pantera, Strovo Terror e Sweet Storm. 


MENDIGOS SOCIETY



PROJECT BLACK PANTERA



STROVO TERROR



SWEET STORM




É isso aí, 4 bandas autorais uberabenses de estilos diferentes pra quebrar tudo nesse domingo no Hangar. O valor do ingresso é R$ 7,00.

Deixo vocês com um video que eu curti muito esses dias da banda Sweet Storm ensaiando, (Filmagem de Fabio Fernandes da 77):


sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Confector's Project no Dexter Pub


Tivemos um final de ano com muito rock na cidade de Uberaba, e como sempre, muitos amigos se encontraram.
E pra começar bem o ano, mais uma oportunidade de todos se encontrarem e curtirem uma noite com muito rock'n'roll.

No ano de 2010 foi realizado o primeiro show do Confector's Project, que naquele momento era a reunião de músicos das bandas Seu Juvenal, Uganga e John No Arms pra comemorar o final de ano.

Foram adicionados na banda Guilherme Diamantino (vocal- DCV) em 2011 e Maurício Romeu (guitarrista - Fake Polaroids) em 2012.

Nesse sábado 03/01/2015 a banda Confector's Project juntamente com a banda Broken Jazz Society, convida a todos os amigos e fãs das bandas uberabenses a comparecerem no Dexter Pub  às 23:00h.

Confector's Project


A banda Confector's nesse ano mudou algumas músicas do repertório e como faço aqui todo ano colocarei as bandas homenageadas:

Bandas de Uberaba:
 John No Arms
D.O.T.
Elemento Neutro
Baltazares
A.I.P.
Seu Juvenal
Sapólio Rádio
Uganga
Kretinu's

Bandas Nacionais:
Raul Seixas
Cólera
Replicantes

Bandas Internacionais:
Elvis Presley
Dead Kennedy's
The Clash
Rolling Stones
Ramones
The Stooges
Black Sabbath
Sex Pistols
Sham 69




Estaremos esperando vocês pra nossa festa punk. Fiquem com um video dos Confector's Project em 2013 tocando uma música da banda Replicantes no Dexter: